segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Dieta nas viagens de férias


Muita gente se cuida o ano todo para chegar bem nas férias, ir para a praia e se sentir bem, porém quando chega esse momento, come desregradamente e em poucos dias, o corpo ja se acusa. As células de gordura voltam a se encher e perde-se parte do resultado obtido com tanto esforço.
Bom, deixe-me falar um pouco das minhas férias, e depois mostrarei como podemos adaptar para a sua viagem também.
Minhas férias foram MARAVILHOSAS, repletas de muita diversão e lugares lindos. Iniciamos com 9 dias intensos de parques em Orlando (Disney, Universal e Sea World), onde passavamos cerca de 12h/dia correndo de um brinquedo pra outro e longas esperas em fila. Calculei que caminhamos em média uns 10-12km por dia (hehehe). Depois foram mais 5 dias em Miami (praia e compras).
Em Orlando, como não queriamos gastar muito $ e tempo comendo dentro dos parques e ainda correr o risco de passar mal em algum brinquedo radical, optamos por levar nossa própria comida e deixá-la estocada em lockers (armários). Para que isso fosse possivel, passamos em uma loja de suplementos e compramos 2 potes de blends de proteina (whey e caseina) e 3 caixas de quest bar e no mercado compramos o restante dos alimentos do nosso cardápio.
Em Miami a dieta foi igual, a diferença foi que deixamos a comida armazenada dentro do carro quando íamos à praia ou aos outlet.
Afinal, como foi minha dieta nas férias?
Para quem diz que é impossível comer saudável nos EUA, está muito enganado, da uma olhada como foi minha dieta por lá.
Desjejum: omelete sem queijo + batata inglesa refogada (tinha um pouco de gordura e muita pimenta) + 1 fruta ou 1 banana + aveia + 30g de blend + 1 col de pasta de amendoim...fugindo do tradicional desjejum americano - ovos mexidos, bacon, wafles (ou gordurosos donuts) e salsichas.
Como iríamos passar o dia inteiro fora, optamos por levar opções práticas, como sanduíches, fruta e barras de proteína.
lanche da manhã: 1 quest bar + 1 maçã
almoço: 2ft de pão integral + frango assado (6 dolares no walmart o frango inteiro assado)
lanche: 2ft de pão integral + omelete sem queijo ou 2 ovo cozidos ou 1 quest bar + 1 maçã (tinha ovo cozido ao natural pra vender em posto de gasolina)
Quando jantávamos em casa:
janta: mix de folhas, tomate cereja + frango assado
ceia: blend de proteina em pó + pasta de amendoim + morangos
E me permiti alguns EXTRAS... saímos para jantar umas 4x, comi alguns bolinhos no café da manhã, umas 2 sobremesas, mas sempre cuidando para não exagerar.
Não fui neurótica com a dieta, mas adaptei ao máximo para ficar prática e equilibrada e com isso, consegui curtir d+ as férias sem aumentar o % de gordura corporal. Show de bola certo???
Em relação ao treino: fiz muito aeróbio como mencionei acima, tanto que chegava no hotel a noite tão cansada que por mais que eu quisesse ir pra musculaçao meu corpo não tinha condições. Durante os 16 dias de férias treinei apenas 1x musculação (treino completo de MI).
Resultado: a redução de massa magra foi insignificante devido a alimentação ter se mantido adequada e a gordura corporal se manteve inalterada (urull)
Vamos às dicas gerais!
– Durante toda a viagem, procure se manter hidratado o tempo todo. Especialmente quem vai para a praia, com esse calor escaldante, é preciso sempre ter uma garrafinha cheia de água por perto.
- Faça exercícios. Viajar não é desculpa para parar de treinar. Seja fazendo uma caminhada na areia, jogando um futebolzinho, ou melhor ainda, uma musculação. É preciso manter o corpo ativo.
- Otimize seus treinos. Se fizer musculação, agrupe músculos em um mesmo treino, e pegue leve.
- Durma. Sei que é dificil, afinal queremos aproveitar todos os momentos da melhor época do ano. Mas lembre-se que esse é um período para renovar as energias, e para estar bem disposto, nada como boas noites de sono.
E a dieta? Estão loucos para saber né!
Vou contar o que faço e não é nada mágico, mas super funciona pra mim.
Durante a viagem:
1. Comidas leves - evite comer coisas pesadas e gordurosas, carnes gordas, muito sorvete, pizza, isso tudo traz muita retenção, ficamos inchados.
2. Comidas práticas - Uma coisa não podemos deixar de fazer, comer. Quando for passar o dia inteiro fora, ou várias horas, leve uma refeição. Uma barra de proteína ou um sanduíche, como ja mencionei, são ótimas opções. Ou até mesmo a velha marmitinha de frango e salada.
3. Mantenha o carbo baixo - Nesse momento não é necessário comer muito carboidrato, apenas o essencial para obter energia para o dia. Evite comer muita massa e pão, especialmente a noite.
4. Pouco sal. Novamente, você não quer ficar todo retido, ou retida, quando estiver sem camisa, ou de biquini. Reduza o sal e alimentos industrializados, que contém muito sal.
5. abusar de salada verde. Folhas verdes contém bastante fibra, o que ajuda a eliminar a gordura ingerida, e traz saciedade.
Ok, essas são minhas dicas. Simples, mas que fazem muita diferença.
Agora, se você não conseguiu se controlar, e voltou das férias alguns quilinhos acima do peso. Como recuperar?
São duas regrinhas básicas e sigo assim por cerca de 3 a 7 dias, dependendo do tamanho do estrago. Depois volto à dieta normal. Vale tanto para pós férias, como para jacadas em geral. Olha só:
1- reduzir a ingestão calórica: para perder a gordurinha e os quilinhos adquiridos
2- diminuir a ingestão de carboidratos: Para diminuir a retenção e auxiliar na queima da gordura.
Simples assim.
Atenção! A dieta é apenas por poucos dias. Eu não disse que eu como só alface e água, e nem corto todos os carbos da vida, ok? É preciso manter um pouco de carbo para o funcionamento do corpo, do cérebro, etc.
Para as minhas necessidades diárias, nessa dieta eu costumo ingerir cerca de 1300 a 1500 calorias, dependendo do dia, da atividade física e da fome. rsss
Outro fator importante. A minha restrição de carboidratos se dá da seguinte forma:
1- Continuo consumindo hortaliças como tomate, folhas, abobrinha, abóbora, cebola, pimentões, etc. Elas também têm carboidratos, mas em menor quantidade, então garantem a energia do dia. Portanto é uma dieta low carb e não zero carb.
2- Corto as frutas pães, massas. Deixo para consumí-los apenas no pré-treino, onde precisarei de energia extra.
Ah! E não custa enfatizar. Super importante alimentar-se de 3 em 3 horas e Beber água sempre!
E lembrem-se! Esse é o meu exemplo de dieta e pode não se encaixar para você. Eu sempre recomendo, se você puder, procurar um nutricionista para ter um acompanhamento individualizado, pois cada pessoa é diferente e essas diferenças precisam ser levadas em consideração.

Charline Tormen
Nutricionista Esportiva 
(51) 3222-5709 e 9175-0942
Rua Felipe Neri, 296, cj 102 - Auxiliadora

sábado, 19 de novembro de 2016

Emagrecer: Muito mais que um fator de estética

MUITO MAIS DO QUE ESTÉTICA, fazer dieta e atividade física para emagrecer estão totalmente relacionados a ter uma vida com saúde, leia mais:

O Tecido Adiposo (TA) não é apenas um local de armazenamento de energia em forma de gordura, ele possui um importante papel como órgão endócrino. Isso acontece por sua função secretora (produz e descarta).

O TA é responsável pela secreção de fatores anti-inflamatórios e pró-inflamatórios chamados de adipocinas, vale lembrar que o obeso vive em estado inflamatório.

Vamos ressaltar algumas dessas adipocinas: Leptina, produzida pelo próprio TA, tem um papel importante no controle da ingestão calórica, agindo na redução do apetite; Resistina e sua relação com resistência à insulina; entre outras como a Adiponectina, a AMPK, a Apelina, a Vaspina, etc... Vamos nos ater neste momento às 3 Citocinas pró-inflamatórias.

TNF-Alpha (Fator de necrose Tumoral Alfa) – Ele age tanto no TA como no Fígado, suprime genes responsáveis pelo metabolismo de glicose e oxidação de Ácidos Graxos (AG), aumenta a expressão de genes responsáveis pela síntese do colesterol e AG. Em resumo: dificulta a quebra e utilização de gordura como fonte de energia para o corpo e aumenta a produção de colesterol e gordura. Fortemente ligado ao aparecimento de Hipertensão, Artrite, Lesões Endoteliais e problemas de Coagulação, etc.

Interleucina-6 (IL-6) – Sua maior liberação ocorre no TA visceral (cerca de 3x mais), níveis elevados de IL-6 estão altamente relacionados à resistência à insulina e doenças cardiovasculares. O hormônio insulina ajuda a manter o controle do volume de açúcar (glicose) no sangue. A resistência à insulina faz com que as células do corpo não respondam normalmente a esse hormônio. A glicose não é absorvida pelas células com a mesma facilidade, causando acúmulos no sangue. Ocorre um bloqueio na utilização de gordura corporal como fonte de energia, dificultando o emagrecimento e se não tratada pode levar à diabetes do tipo 2.

Proteína C reativa (PCR) – altamenteestimulada pela IL-6 por via hepática, podendo elevar em até 4 vezes os riscos de doença cardiovascular e diabetes

Visto isto, o mais importante é saber que educação alimentar e prática regular de exercícios fisicos agem positivamente nestes fatores, então deixe de frescura, comece agora uma nova fase na sua vida, com muito mais saúde.

Emagrecer é ser saudável e não apenas ter um corpo sarado.

Charline Tormen
Nutricionista Esportiva
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Índice Glicêmico afeta seu resultado?


Muito se fala sobre o índice glicêmico (IG) dos carboidratos.
Pessoas que querem emagrecer sofrem na hora de cortar os carboidratos de alto IG, como o pão branco e a massa, por exemplo.
Por outro lado, pessoas que querem ganhar massa muscular também entram em um dilema, pois não querem ganhar nem uma grama de gordura nos períodos de ganho, e acabam não querendo consumir esse tipo de alimento, pela sua má reputação.
Porém, ambos os casos podem e devem consumir carboidratos de alto IG, desde que sigam alguns cuidados. E é sobre isso que vou falar hoje.
O índice glicêmico é uma escala que mede a velocidade que 100g de um alimento entram na corrente sanguínea, e foi inicialmente criada para diabéticos administrarem suas doses de insulina.
Sim, é fato comprovado que alimentos com alto IG quebram-se em açúcares mais rapidamente, e elevam a glicemia no sangue, ocasionando picos de insulina e, por consequência, podem levar ao acúmulo de gordura. Porém, isso pode ou não ocorrer, dependendo do momento, da quantidade e da forma como eles são consumidos.
Não é aconselhável que se consuma esses alimentos de forma isolada, mas acompanhados de algum alimento que reduza o IG, como a proteína, ou outro alimento mais fibroso, como vegetais. Deve-se cuidar, porém, para não associar com gorduras, apesar de as gordura reduzir o IG do alimento, ela se deposita mais facilmente no tecido adiposo, e com a insulina alta, isso acontece (ex: sorvete e pizza).
Em relação a quantidade, obviamente que tudo que for consumido em excesso acabará tendo uma parte que se converterá em estoque de gordura, portanto, bom senso na hora de comer, é essencial.
Quanto ao momento que deve ser ingerido, existem momentos do dia em que nosso corpo precisa de um estímulo maior de insulina, para bloquear os hormônios catabólicos.
Os carbos de alto indice glicêmico são ótimos para disparar o mecanismo de reconstrução muscular pós-treino e para repor o estoque de glicogênio, e devem ser utilizados nesse momento para quem deseja otimizar o ganho muscular. Após um treino de alta intensidade, os receptores de insulina dos músculos estão mais sensíveis, e tem-se um maior acumulo de glicogênio, o que deixa o músculo maior e mais rígido.
Portanto, para quem deseja ganhar musculatura, carbos são de vital importância, e se não consumi-los, não atingirá os ganhos que deseja.
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Charline Tormen
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terça-feira, 11 de outubro de 2016

Jejum intermitente: Perda de gordura e metabolismo acelerado. Será?

Muito tem se falado ultimamente sobre esse tipo de dieta, e muitos pacientes têm me questionado sobre o assunto: jejum intermitente.
Existem diferentes protocolos, porém, todos consistem, basicamente, em um longo período de jejum, seguido por um curto período de alimentação. Por exemplo, jejuar por 16h e comer nas 8h restantes do dia, ou, mais radical, alternar 1 dia em jejum e outro comendo normalmente.

O objetivo principal? perder gordura e acelerar o metabolismo.

Confesso que quando ouvi falar desse método há alguns anos atrás, não dei crédito, pois vai totalmente contra os protocolos de alimentação fracionada, em curtos intervalos de tempo, que sempre prescrevi. Porém, vendo a imensa quantidade de pessoas que afirmam diversos benefícios, e, principalmente, considerando em termos científicos, resolvi reavaliar (já que a nutrição e o comportamento do corpo humano não são ciências exatas). Então, listo aqui alguns prós e contras desse método.

PRÓS
- É possível perder gordura mais rapidamente - A quantidade de calorias ingerida será menor. E os estoques de gordura serão atingidos mais frequentemente.(https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21410865)
- O sistema digestivo pode descansar
- Gera uma relação diferente da pessoa com a comida.
- aumento de GH (hormônio do crescimento)(https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC329619/)
- melhora da sensibilidade à insulina (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15640462)

CONTRAS
- Pode levar a distúrbios alimentares
- Para mulheres, pode causar mais malefícios do que benefícios. Estudos mostram que jejuar em dias alternados pode reduzir a tolerância a glicose, e arruinar o metabolismo. Outro estudo mostra que jejum intermitente pode trazer uma desregulagem hormonal e aumentar o stress (http://ajcn.nutrition.org/content/86/1/7.full)
- Eleva o nível de cortisol

Meu veredíto (a priori):

É um protocolo válido, e interessante. Possui bons pontos a favor e contra.
Não devemos tirar conclusões sem ao menos testar, nem excluir hipóteses por puro "achismo".
É um método que se aplica bem a pessoas com sobrepeso, que necessitam perder gordura, pois geralmente a situação hormonal dessas pessoas está bastante alterada. Porém, não é tão indicado para indivíduos magros e musculosos, que queiram manter sua musculatura ao máximo possível, pois o cortisol inevitavelmente trará quebra muscular.
Também deve-se avaliar o estado psicológico da pessoa. Se essa pessoa ja sofre, ou sofreu com distúrbios e compulsões alimentares, um período longo de jejum pode agravar a situação. Portanto, apenas para pessoas com a mente forte.

Estou aplicando em alguns pacientes meus, e pretendo testar em mim mesma. Logo farei outra postagem com os resultados.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Fazer dieta é Caro ???


O valor que damos a tudo, é relativo. (Dam Arielly - economista)
Muitas pessoas reclamam que é caro comer bem, seguir um bom tratamento nutricional.
Mas será que é caro mesmo? 
Como isso é algo recorrente na minha profissão, sempre pensei muito sobre esse assunto, 
principalmente em tempos que a economia do país não está tão bem, é importante para mim criar soluções e alternativas para que meus pacientes consigam seguir a dieta com a maior precisão possível, sem comprometer os resultados.
Para tirar a dúvida, vamos fazer uma análise de custos, avaliando o custo de manter-se comendo mal, o custo médio de um bom tratamento nutricional, e da manutenção do tratamento.
Não seguir um plano alimentar adequado, que melhore a qualidade de vida, pode custar mais caro do que imaginamos.
O brasileiro costuma gastar em média R$40 reais por dia com alimentação desregrada, almoçando em casa, o que da em torno de R$1200 por mês. E R$60 por dia caso almoce em restaurante, somando no final do mês R$1800.
O que fica oculto nesse valor é a má qualidade de vida que esse tipo de alimentação oferece, e a quantidade de gastos adicionais que gera. Remédios para dor de cabeça, cólica, gases, espinhas, rinites, sinusites, alergias alimentares, má qualidade do sono, indisposição, remédios para compensar baixa concentração e falta de memória. O que acaba tornando necessário ainda consultas médicas. Tudo isso geralmente ocasionado pela alimentação inadequada.
Comparando com um tratamento nutricional adequado, considerando um investimento entre R$300 e R$500 com uma consulta nutricional, onde é avaliado o caso do paciente, analisado os sintomas e queixas que o paciente traz, ainda é explicado o que é uma alimentação saudável, quebrando mitos e tabus que muitas vezes levam a ter hábitos sinceramente errados. É feito um planejamento, considerando o estilo de vida, os horários e gostos particulares, são prescritos facilitadores que auxiliam na melhora da saúde e estética. E por fim é montado o plano alimentar, que poderá ser consultado a qualquer momento e, em caso de dúvidas, ser sanado por email, whatsapp, telefone, etc. Tudo isso, o conhecimento, a orientação, a organização, a mudança de comportamento, traz resultados sustentáveis. .
Considerando uma alimentação saudável, montada por uma nutricionista, estudos calcularam que o custo médio diário é de R$30, somando o total de R$900 por mês, considerando a preparação em casa de todas as refeições. Já para quem almoça na rua, o valor sai é cerca de R$1200. Ou seja, muito mais economia.
Claro que esse valor pode variar de acordo com a suplementação utilizada, e os objetivos.
Mas o que os números não mostram é o verdadeiro benefício: melhora do sono, da concentração, do bom humor, disposição, performance física, e qualidade de vida geral.
Invista em sua vida, cuide de sua saúde, viva melhor hoje e tenha mais longevidade.
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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Você tem dificuldade em seguir dieta?

Se prepara psicologicamente, consulta a nutricionista, compra os
ingredientes da dieta, mas simplesmente falta motivação para segui-la.
Então vem o desanimo e a sensação de fracasso.
Já parou para pensar no porquê disso?
Gostaria de mudar?

Pois saiba que isso é normal, e a mudança é possível sim. Diria mais, é simples. 

Inicialmente, é fundamental determinar qual é a sua motivação para fazer dieta.
Motivação é a força que nos move a executar determinada tarefa. 
É diferente da simples vontade de realizar, e também é diferente da autodeterminação (capacidade de persistir perante ao fracasso, de buscar o sucesso, sem deixar de buscar novas metas). Esses são pontos importantes, mas não podemos confundi-los com motivação. 
A motivação está baseada no porquê de você buscar algo. Se não souber o porquê, não adianta ser determinado, nem ter vontade de realizar.
Sua motivação é ser admirado? É conquistar alguem? Ser mais saudável? 
Tenha bem claro em sua mente qual é a sua motivação.
Definido esse conceito, vamos ao que interessa.

1º Passo - Definir metas - É muito importante definir metas, mas é preciso ser cuidadoso. Avaliar o esforço necessário para atingi-las, prever as dificuldades, e criar um ambiente motivador, para evitar frustrações. É preciso definir metas curtas, desafiadoras e possíveis de serem alcançadas. Quando conseguimos atingi-las, é feita uma espécie de realimentação da nossa motivação, e isso nos impulsiona a buscar mais.  

2º Passo -  Ter lazer e vida social - Você não conseguirá seguir uma dieta se não tiver uma vida saudável. E boa parte da nossa saúde vem da nossa satisfação. Para isso é necessário uma boa qualidade de sono, uma vida social e cultural saudável. Por exemplo, não deixar de ir a um aniversário por que não terá os alimentos da sua dieta. Em vez disso, leve uma refeição prática de bolso, e se de o direito de provar algum docinho. 

3º Passo - Manter o equilíbrio entre: dieta + treino + sono. Não é preciso ficar contando calorias a cada refeição, mas sim se preocupar com o metabolismo, que é acelerado quando esses três pilares estão ajustados. 


Dessa forma, se torna prazeroso seguir uma dieta, os deslizes se tornam menos frequentes e os resultados aparecem rápido, e quando menos perceber, ja se tornou seu estilo de vida.

Boa parte do meu sucesso como nutricionista se deve a saber conduzir esse processo. 
Definir metas alcançáveis, dietas equilibradas, se adequando às individualidades de cada paciente, sempre foram minhas preocupações.

Mais uma dica:
Temos cerca de 4 meses até o verão, esse é o momento para iniciar sua preparação, para poder tirar a camisa (homens)  ou vestir um bikini (mulheres), sem medo de ser feliz.

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Cortisol desregulado = Problemas pra você

Quando utilizamos estimulantes, como o café, ou o guaraná, refri de coca, energéticos como Red bull, etc, ocorre uma produção do hormônio cortisol.
O cortisol é um hormônio bastante conhecido por ser catabólico, ou seja, ele quebra a proteína muscular para produzir energia, e assim elevar a glicemia (glicose circulante) no sangue.
Porém, quando estimulamos a glicemia através do uso do cortisol, ocorre um pico, ou seja, ela sobe muito, o que faz com que a insulina seja estimulada também. E, por isso, o cortisol induz uma resistência à insulina no músculo.
Essa liberação de insulina rebate a glicemia, reduzindo-a. E então produz-se novamente o cortisol para aumentá-la, gerando uma oscilação na glicemia.
O corpo precisa da manutenção da glicemia em um certo nível, para um bom funcionamento do cérebro e de outras funções vitais. Como a entrada de glicose em nossos neurônios é livre, quando a glicemia aumenta, os neurônios são estimulados a funcionarem, e quando ela baixa, podemos não fornecer energia de forma adequada para o sistema nervoso, comprometendo as ondas cerebrais. Se isso ocorre durante o dia, temos nossa concentração prejudicada. Se ocorre durante a noite, temos nosso sono afetado. Um sono prejudicado, por sua vez, afeta todo o funcionamento do nosso corpo.
O uso do café durante o dia, muitas vezes para compensar a falta de sono, gera outros graves problemas, principalmente para quem busca hipertrofia.
Uma dose de 500mg de cafeína por dia (cerca de 4 xícaras de café) provoca uma excitação no sistema nervoso simpático durante o dia, sem quedas durante a noite. Aumentando as catecolaminas (adrenalina e nor-adrenalina) e cortisol. Uma das alterações que isso provoca é a conversão de testosterona em DHT (di-hidro testosterona) e estradiol. Quando isso acontece, além de reduzir os ganhos musculares, temos um aumento de gordura, aumento de espinhas, queda de cabelo, entre outros péssimos fatores.
Quando temos distúrbios de sono, a relação testosterona/cortisol diminui, ou seja, menos testosterona e mais cortisol. Isso leva a overtraining, irritabilidade e lesões, e com isso, pioramos nossos resultados.
Já quando temos uma melhor continuidade e duração do sono, essa relação fica mais alta, ou seja, mais testosterona e menos cortisol, melhoramos nossa qualidade de sono, o que aumenta nossa testosterona total e a livre, e aumenta o DHEA, melhoramos nossa atividade sexual, nossa vasodilatação, pressão sanguinea, etc.
Portanto, é importante mensurar se aquela xícara de café, tomada para melhorar a atenção, será realmente benéfica, ou se trará mais malefícios do que benefícios.
Claro que podemos melhorar todos esses fatores citados com uma boa nutrição. E se mesmo lendo tudo isso não te fará deixar o café de lado, invista em uma alimentação adequada para compensar os fatores prejudicados por ele e potencializar seus resultados.
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sexta-feira, 22 de julho de 2016

FOCO!

Fator fundamental para atingir o sucesso em qualquer área de nossas vidas, a concentração é profundamente afetada pela alimentação.

A maioria das pessoas tem dificuldade em se manter focado mais de 5 min em uma determinada tarefa. Isso é muito visível em crianças, mas também ocorre em adultos, seja na faculdade, nos estudos, seja na academia ou na vida profissional.

Falei outro dia sobre a questão da dopamina, o hormônio da gratificação instantânea, e como ele influencia em nossa rotina, tirando nos do foco por pequenos momentos de prazer, como, por exemplo, verificar as notificações do celular. Porém falei mais pelo fator psicologico, (veja link:
https://www.facebook.com/nutricharlinetormen/photos/a.638667342895422.1073741830.567791036649720/1015379878557498/?type=3&theater )

Mas hoje quero falar sobre o que podemos introduzir em nossa dieta para que melhoremos nossa capacidade de se concentrar e permanecer focado em nossas atividades.
Aqui vão algumas dicas rápidas e eficientes:
1. Elimine o açúcar - Esse é o principal vilão, por isso é o #1 da lista. Pesquisas mostram que o açúcar reduz o BNDF (brain-derived neurotrophic factor) de nosso cérebro. Em termos simples, sem o BNDF, nosso cérebro perde a capacidade de concentração, de aprendizado e não consegue formar novas memórias. Por esse motivo as crianças costumam ser "avoadas", devido ao consumo excessivo de açúcar.
2. Controle o nível de glicose no sangue - Quando a glicose baixa, temos tontura, dor de cabeça e perdemos a concentração. Controlar o nível de glicose no sangue é a chave para manter nosso cérebro alerta e focado durante o dia. Para isso, é preciso reduzir o intervalo entre as refeições, e comer alimentos com indice glicemico reduzido, como arroz integral, batata doce e proteínas.
3. Beba água - Desidratação pode levar a perda de foco. Não espere ficar com sede, pois é um indício de desidratação. Beba água mesmo sem sede.
4. Tome café da manhã - A principal refeição do dia. Estudos mostram que a ingestão do café da manhã afeta a cognição via diferentes mecanismos, inclusiva o descrito no item #2. (vejahttp://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9537627)
5. Coma vegetais - Além de melhorar a concentração, estudos também mostram que uma ingestão adequada de vegetais leva a uma menor taxa de disfunções cognitivas na velhice, como perda de memória. (vejahttp://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17060562)
6. Ingira óleo de peixe - Os ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA) são encontrados em peixes, principalmente nos de águas geladas, como o salmão. Porém esse salmão que temos aqui é criado em cativeiro, e possui praticamente nada de ômega-3. Ingira cápsulas de óleo de peixe, de preferencia daqueles provenientes de água gelada.

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terça-feira, 28 de junho de 2016

Anticoncepcionais x Hipertrofia

Muitas mulheres queixam-se da dificuldade de ganhar massa muscular (mesmo seguindo dieta e treinando regularmente), da flacidez, celulite, retenção de líquidos, facilidade de ganhar e dificuldade de perder gordura. Se identificou?

Claro que uma má alimentação e vida sedentária causam isso tudo, mas hoje quero falar sobre um outro fator que pode estar ocasionando todos esses malefícios em seu corpo, os anticoncepcionais.

Esse tipo de medicamento está presente na vida de muitas mulheres em idade reprodutiva, pois é prescrito para diversos propósitos, além da inibição da ovulação, também é usado para controlar oleosidade da pele, síndrome de ovário policístico, entre outras funções.

O problema é que para regular esses aspectos, todo o eixo de hormônios sexuais acaba sendo afetado, e outros sintomas surgem. Muitos desses sintomas são agravados por maus hábitos alimentares, como deficiencia de nutrientes. que causam resistência a insulina.

O que eu aconselho é corrigir a dieta para controlar esses problemas secundários que o anticoncepcional resolve (como a oleosidade na pele), para que não seja necessário o seu uso visando esses fatores. E procurar a sua ginecologista para trocar o método contraceptivo por outro não hormonal, como o diu de cobre.

Para não ficar muito extenso, vou explicar brevemente como esse medicamento funciona.
Todo anticoncepcional hormonal, seja ele pílula, diu hormonal, ou outro, combinam um tipo de estrogênio com uma progestina, ambos sintéticos e, por isso, interpretados pelo corpo de uma forma diferente que os hormônios naturais produzidos pelo corpo (estrogenio e progesterona), o que leva a uma cascata de alterações hormonais. Apenas exemplificando, uma dessas alterações que mais afeta os resultados é o aumento do SHBG (Sex hormone binding globuline), uma globulina que se liga a testosterona livre (que estimula a hipertrofia), tornando ela inativa, e assim, reduzindo os ganhos musculares, aumentando a gordura corporal, reduzindo a libido e aumentando a fadiga física e mental. Lembrando que apesar do homem produzir uma quantidade muito maior, a mulher também produz testosterona. 

Quer saber como regular seus hormônios para otimizar seus resultados?
Agende uma consulta, pois essa é minha especialidade.

sábado, 21 de novembro de 2015

AÇÚCAR: O VILÃO DA MULHERADA


As mulheres em geral gostam muito de açúcar. Entretanto, a maioria dos problemas estéticos, que infernizam nossas vidas, estão relacionados a ingestão desse ingrediente. Hoje explicarei sobre dois malefícios estimulados pelo açúcar: celulite e flacidez. 

Celulite nada mais é que células do tecido subcutâneo com gordura armazenada. Um quadro infeccioso da pele associado a alterações metabólicas do tecido subcutâneo e a distúrbios endócrinos. A celulite forma-se na camada profunda da pele no tecido gorduroso entre a derme e os músculos. Uma alteração misteriosa no metabolismo dessa camada de gordura origina a celulite.
A glicação não-enzimática de proteínas tem grande culpa nesse processo. O colágeno também está presente na derme e o colágeno é uma das primeiras vítimas da glicação. Um crescimento desordenado de células de gordura interrompe a circulação, congestionando o tecido, e dando origem aos buracos e nódulos típicos da celulite.
Na internet são raras as informações científicas sobre celulite: 99,9% delas repetem o discurso da indústria da doença. Como exceção da regra temos o Dr. Antonio Herbert Lancha Junior, que recomenda: Se o objetivo é reduzir a celulite, evite longos período de jejum. Evite também alimentos com muito açúcar .

O irônico da coisa é que existe funcionando a todo vapor uma indústria que movimenta bilhões de dólares no mundo inteiro por conta da celulite, tratamentos mirabolantes e caros para combatê-la, quando a solução é tão simples e barata: a primeira providência da mulherada que quer se ver livre da celulite é largar o AÇÚCAR.

E as estrias ocorrem por desequilíbrio hormonal e a má formação do colágeno. O desequilíbrio endócrino age sobre a atividade dos fibroblastos, células de tecido conjuntivo que formam as fibras elásticas e colágenas. Colágeno e elastina são células de sustentação, localizadas nas camadas mais profundas da pele. Quando elas se rompem, o reflexo na flor da pele são as estrias. O açúcar é responsável pelo surgimento das estrias por duas razões básicas: uma porque é um notório bagunceiro dos sistemas hormonais e outra, a glicação não-enzimática de proteínas a que fica exposta o colágeno - proteína que ajuda a conferir elasticidade e viço a pele.

LIBERTE-SE DE VICIO

Seja um detetive de rótulos, principalmente da lista dos ingredientes. Lembre-se que os ingredientes são relacionados por ordem decrescente de quantidade. Alimentos industrializados em geral contém açúcar, inclusive os salgados: biscoitos, massas, sucrilhos, milhos e ervilhas enlatados, pizzas e lasanhas congelados, lingüiças, presuntos, blanquet de peru, bebidas alcoolicas (vinhos, cerveja, espumantes). Enfim, quase todos os alimentos processados inclusive os menos suspeitos como molho de pimenta, maionese ou extrato de tomate.
E ainda existem 3 grandes problemas:
- saber a real quantidade de açúcar adicionada nos produtos visto que o governo não obriga o fabricante á mencionar
- quando açúcar ou sacarose são referidos apenas como carboidratos
versões camufladas do açúcar: xarope de glicose, xarope de milho, açúcar invertido, xarope de frutose, inulina, isomaltulose, açúcar mascavo, demerara, açúcar fit, açúcar light, açúcar orgânico, sacarose, rapadura, melaço, etc

Missão impossível? Para mim a missão é só aparentemente impossível: o que sustenta a dominação do açúcar é a desinformação, a mentira e a meia verdade.

Todo mundo pensa em açúcar como sendo um alimento doce e natural, mas na verdade é um aditivo químico patogênico

"Se o açúcar fosse denunciado dos púlpitos científicos como um pecado, essa atitude comprometeria seriamente uma cultura industrial que se sustenta mutuamente, de alimentos e medicamentos." Robert Atkins

"A moderna fabricação do açúcar nos trouxe doenças inteiramente novas. O açúcar nada mais é do que um ácido cristalizado que está provocando a degeneração dos seres humanos e é hora de insistir num esclarecimento geral." Robert Boisler

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Você disse perda de audição? a nutrição resolve!


Nossos ouvidos são constantemente bombardeados por ruidos, seja da poluição sonora da cidade, seja pelo uso de fone de ouvidos, ou pela música alta nas baladas. É de senso comum que ouvir música com volume mais baixo e evitar fones de ouvidos ajudam a preservar nossa saúde auditiva. Mas o que poucos sabem é que a perda de audição anda lado a lado com uma alimentação nutricionalmente pobre
Para termos noção de como esse é um problema alarmante de saúde pública, dados do IBGE de 2010 apontaram que cerca de 10 milhões de brasileiros sofriam com problemas de audição. Já outro levantamento da Organização Mundial da Saúde de 2011 dizia que esse número passava de 28 milhões (15% da população). Entre os idosos esse número sobe para 25%!  Cientes disso, precisamos nos prevenir, pois todos temos grandes chances de adquirir essa terrível doença. Imagine como é não poder mais ouvir suas músicas favoritas?
Mas nutri, o que devemos fazer para não perdermos essa dádiva de Deus?!!
Simples, o estudo (1) mostrou que dietas ricas em açúcar e carboidratos simples impactam diretamente na saúde dos nossos ouvidos. Já outro estudo (2) mostrou que o colesterol alto também afeta a nossa capacidade de ouvir, com o avançar da idade.
Portanto, cortar açúcares e colesterol de sua dieta pode ser um bom ponto de partida para prolongar sua saúde auditiva.
Além de prestar atenção no que estamos fazendo de errado, também precisamos nos preocupar sobre o que deveríamos estar fazendo corretamente.
Ingerir antioxidantes como: vitamina B12, ácido fólico, ômega 3, vitamina A, vitamina C e E,  podem fortalecer a nossa capacidade auditiva em torno de 20%, enquanto a falta desses nutrientes podem enfraquecer a audição em torno de 39%. A lógica é que esses nutrientes combatem a formação de radicais livres (células com eletrosferas desbalanceadas), que causam diversos malefíceos ao nosso organismo pois criam uma reação em cadeia (assunto para outro post).
Esses nutrientes são encontrados em grandes quantidades em alimentos como lentilha, feijão, banana, brócolis e outras verduras, laranja e outros vegetais.  Outro nutriente fundamental é o magnésio, encontrado na banana, na alcachofra, na batata e no brócolis, ja mencionado. O Zinco também aumenta a resistencia de nossos ouvidos com o avanço da idade, pode ser encontrado chocolate amargo e nas ostras, entre outros.
Além disso, devemos evitar alimentos inflamatórias, que causam problemas como diabetes e doenças cardíacas, que, por sua vez, causam perda de audição.
Abaixo alguns alimentos inflamatórios que devemos evitar:
  • margarina
  • óleos vegetais
  • carnes gordas
  • leite integral
  • cream cheese
  • AÇÚCAR
  • alimentos com muito pesticida
  • embutidos (por causa da alta concentração de sódio)
  • carboidratos refinados (pães brancos e massas)

Portanto, repense se vale apena comer aquele sanduiche de pão branco com margarina, queijo e chester que você gosta tanto de comer, caso queira preservar sua preciosa audição até a sua velhice!

Marque sua consulta nutricional e cuide de sua saúde enquanto é tempo. O melhor tratamento é a prevenção. Faça do alimento o seu único remédio.

(coloca aqui teus dados)

Referências:

  1. Dietary Glycemic Load Is a Predictor of Age-Related Hearing Loss in Older Adults

  2. Dietary Intake of Cholesterol Is Positively Associated and Use of Cholesterol-Lowering Medication Is Negatively Associated with Prevalent Age-Related Hearing Loss
  3. Gopinath Bamini, Flood M. Victoria, McMahon M. Catherine, Burlutsky George, Brand-Miller jennie, Mitchell Paul. (2010) Dietary Glycemic Load is A predictor of Hearing Loss in Older Adults. Nutr. December 1, 2010 vol. 140 no. 12 2207-2212

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Abacate ajuda no Emagrecimento

Sabe aquela velha fama de que o abacate é uma fruta engordativa demais e por isso deve ficar de fora do cardápio de quem quer manter a forma? É uma verdadeira injustiça!

Embora tenha um valor calórico considerável (um abacate pequeno possui, em média, 360 calorias), a fruta é fonte de vitaminas A, C e E, possui uma gordura boa que combate o colesterol ruim (LDL), ajuda a reduzir os níveis de glicose no organismo e tem função anti-inflamatória:

Abacate é rico em beta-sitosterol (uma susbtância que age como um anti-inflamatório natural), tem função antioxidante e combate o envelhecimento precoce, e ainda reduz os níveis de glicose e cortisol (hormônio do estresse) 


E, ao contrário do que se pensa, a fruta ainda pode ser uma aliada das dietas. Por possuir uma gordura boa, o abacate aumenta a sensação de saciedade e reduz a compulsão por doces. 

A fruta ainda ajuda a queimar triglicerídeos de cadeia média, que é uma gordura que costuma se alojar na região da barriga e dos quadris. A gordura do abacate também é rica em ômega 9, um ácido graxo anti-inflamatório que ajuda a regular o metabolismo e faz bem para o coração. 



Lembre-se: antes de iniciar qualquer dieta¸ consulte um profissional habilitado em nutrição. Só ele poderá elaborar um programa alimentar de acordo com suas necessidades.






Guacamole

Ingredientes
1 abacate médio maduro
2 tomates picados sem pele e sem sementes
1 cebola média picada
1 dente de alho amassado
2 colheres de sopa de azeite
Pimenta do reino moída
Limão, sal e cheiro-verde para temperar

Modo de preparo

Abra o abacate ao meio, retire o caroço e remova a polpa. Corte em pedaços, amassa com a ponta de um garfo e guarde na geladeira. Enquanto isso, coloque o tomate, a cebola e o alho para refogar em fogo baixo com o azeite, a pimenta e uma colher de sopa de água. Tampe e deixe cozinhar por dois minutos. Espere esfriar, junte o abacate e misture até formar uma pasta. Tempere com sal, limão e cheiro verde. 

Salada-de-abacate-com-camarão

Ingredientes
1 abacate médio cortado em cubos
300 gramas de camarão cozido
1 tomate médio picado sem sementes3 cebolas picadas
2 colheres de sopa de sementes de abóbora picada
1 dente de alho grande esmagado
2 colheres de sopa de sumo de limão
1 colher de sopa de azeite extravirgem
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sopa de coentro picado
1 colher de sopa de hortelã fresca picada
Folhas de alface e de rúcula
Sal e pimenta para temperar

Modo de preparo
Misture  todos os ingredientes, exceto a alface e rúcula. Deixe gelar e sirva por cima das folhas de alface e rúcula.


 Salada-colorida-com-abacate

Ingredientes
1 abacate médio maduro e cortado em cubos
500 gramas de tomate cereja cortados pela metade
1 pepino cortado em cubos
1 cebola média cortada em cubos
1/2 manga cortada em cubos
1 colher se sopa de gergelim negro
Modo de preparo

Misture  todos os ingredientes e está pronto para servir. 

Molho-de-abacate-para-salada

Ingredientes
½ abacate grande
½ pote de iogurte natural desnatado
2 colheres de cebolinha picada
1 dente de alho amassado
1 colher de sopa de azeite de oliva
Sal e pimenta para temperar

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes e guarde em um vidro na geladeira por no máximo 3 dias. 

Pasta-de-abacate-com-atum

Ingredientes
1/2 abacate
1/2 lata de atum
1/2 cebola picadinha
1/2 tomate picadinho
1 colher de chá de suco de limão
Salsa picadinha
Azeite, sal e pimenta para temperar
Modo de preparo
Amasse o abacate com um garfo e misture todos os outros ingrediente. Sirva com folhas 
verdes ou com recheio do sanduíche.

 Maionese-de-abacate

Ingredientes
1 abacate
1 dente de alho
½ limão
1 punhado de manjericão
Modo de preparo
Amasse o abacate e o dente de alho. Misture o manjericão picadinho e adicione o limão. 

Creme-doce-de-abacate

Ingredientes

½ abacate
1 colher de sopa de cacau em pó
1 colher de sopa de chia
Adoçante e suco de limão

Modo de preparo

Amasse o abacate com o garfo, adicione os outros ingredientes, tempere com o suco de limão e adoce a gosto. Sirva bem gelado.